Al Pacino fez aquela que, provavelmente, será a maior revelação da sua vida. Somente agora, um dos nomes maiores da sétima arte, revelou ao mundo que fez terapia durante 25 anos, cinco vezes por semana. Tinha 32 anos e apenas três filmes no currículo, quando lhe foi destinado o papel secundário na sequela de “O Padrinho”, de Francis Ford Copolla. E foi precisamente no papel de Michael Corleone que Al Pacino alcançou o estrelato repentinamente, com tudo o que de bom, e de mau, lhe é inerente. O ator sentiu, então, necessidade de recorrer a ajuda terapêutica para ultrapassar essa grande mudança na sua vida.

