Katia Aveiro relembrou a sua infância pobre num relato emocionado: “Nasci numa casa velhinha, a minha cama era sustentada por tijolos, fui mordida na cara, era ainda uma bebé de meses, por um rato (não tenho vergonha nenhuma de dizer isto). Graças a Deus, a minha mãe chegou a tempo, senão era mais feia do que sou hoje. Cresci num bairro pobre, desde cedo aprendi a valorizar o pouco que tinha, a vida sempre respondeu ao longo do tempo com alternativas, seja por mim seja por quem me rodeava, e a gente ajudava-se uns aos outros, aí nasceu a união, porque dividíamos com os nossos toda e qualquer conquista, desde pequena que a minha mãe me ensinou a partilhar”, revelou. Uma publicação partilhada por (@katiaaveirooficial) a 23 de Jun, 2020 às 4:01 PDT

