Jorge Corrula esteve à conversa com a Lux sobre a quadra natalícia, que se aproxima.
“O principal esforço no Natal é não oferecer nenhum vale de oferta ou coisas impessoais, mas coisas que tenham a ver com a pessoa. Mas nós não damos grande importância ao Natal, cada vez damos menos importância. Cada vez faz menos sentido estas reuniões de família uma vez por ano, porque nós fazemo-las todos os meses. Às vezes, oferecemos presentes em alturas inusitadas só porque vimos uma coisa e achamos que faz falta ou porque é uma boa oportunidade e aproveitamos. À minha filha é raro comprar-lhe um presente. No Natal é a Paula que lhe compra qualquer coisa só para ela não ficar a olhar para os primos, porque ela não precisa que a gente lhe ofereça presentes ou brinquedos. Nunca o faço por obrigação, muito menos no mês de dezembro”, contou o ator.
Sobre os presentes que mais gosta de oferecer, Jorge revelou: ”Gosto muito de comprar coisas para oferecer aos outros. O sentimento de culpa não existe quando compro algo para oferecer a alguém. Quando compro para mim fica sempre aquele sentimento de culpa, do tipo ‘se calhar não preciso mesmo disto’. Por isso prefiro oferecer.”
Na hora de comprar, o ator diz ser muito diferente da companheira, a atriz Paula Lobo Antunes: “Ela tem o lado impulsivo e o lado racional e usa um ou outro à vez. Eu sou uma miscelânea em relação a compras, porque sou capaz de andar uma tarde inteira e não levo absolutamente nada, embora me apaixone várias vezes por coisas. Mas também sou capaz de já ir a caminho do carro e de voltar a entrar para fazer uma compra completamente irresponsável, de maneira que sou muito incoerente nas compras. Mas é durante todo o ano, não é só no mês de dezembro.”

