O Ministério da Saúde vai deixar de financiar directamente o programa para o tratamento cirúrgico da obesidade já este ano.
Isto significa que estas operações passam a integrar o regime geral das listas de espera e que são os hospitais que vão gerir as prioridades.
Até agora, 19 hospitais funcionavam como centros de tratamento a obesidade, com 12 milhões de euros do Orçamento do Estado.
«Há vários centros parados, não recebem um tostão e pararam no último trimestre», avisa Carlos Oliveira, da associação de doentes obesos e ex-obesos.
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