A mãe de Julian Assange reiterou o pedido de asilo ao Equador. Num encontro com o presidente Rafael Correa, Christine apresentou argumentos para o acolhimento do filho que continua refugiado na embaixada daquele país em Londres.
«O pedido foi feito respeitosamente para o Estado equatoriano, que é o que soberanamente toma a decisão e, particularmente, o presidente da República», disse à imprensa o chanceler Ricardo Patiño, no final do encontro celebrado no palácio de governo, em Quito.
«O que fez foi basicamente expressar as suas preocupações, suas dúvidas a respeito do que poderia acontecer com Julian Assange se for extraditado pelo governo britânico para a Suécia», afirmou o chanceler.
O governo do Equador anunciou que tomará um decisão apenas depois de terminarem os Jogos Olímpicos de Londres, a 12 de Agosto. No entanto, Patiño afirmou que a decisão complicou-se devido à aparente recusa da Suécia em permitir que Assange seja interrogado na sede da embaixada equatoriana em Londres, como pediu Quito.
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