Isaltino Morais deverá continuar a gerir Oeiras a partir da prisão, uma vez que a pena que está a cumprir não implica a perda de mandato.
Só as faltas injustificadas às reuniões camarárias poderão pôr em causa a continuidade do detido na liderança da autarquia.
Segundo a lei da tutela administrativa, os autarcas podem perder o mandato quando não comparecem, sem justificação, a três sessões abertas ao público ou seis reuniões seguidas, ou ainda 12 reuniões interpoladas.
A jogar a favor de Isaltino estão as eleições autárquicas, dentro de cinco meses. As faltas às reuniões podem estender-se até 180 dias, intercaladas com as férias no mês de agosto.
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