Terça-feira, Janeiro 6, 2026
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Vídeo: «Gangue das Louras» – a beleza ao serviço do crime em São Paulo

A polícia de São Paulo continua em busca das integrantes do grupo criminoso conhecido como «gangue das louras».

O bando, constituído por seis mulheres todas louras (exceto uma) e ainda um homem, cabecilha do grupo (Wagner Oliveira Gonçalves) casado com uma das louras (Carina Geremias Vendramini), é responsável por mais de ciquenta raptos-relâmpago na zona de São Paulo. Três – incluindo o casal cabecilha – já se encontram detidas. Três louras continuam a monte.

As louras, que antes de se dedicarem ao crime exerciam profissões normais e são descritas como mulheres de «bom aspeto» com alguma cultura e conhecimento de línguas, operavam de chapéu, óculos escuros e roupa de marca o que as tornava muito idênticas entre si e dificultava o reconhecimento.

Segundo a polícia, o bando atacava mulheres sozinhas e com um perfil parecido, vital para não levantar suspeitas quando depois usavam os cartões de crédito das vítimas. As louras atacavam – sobretudo – louras.

As criminosas abordavam mulheres nos seus automóveis, normalmente em parques de estacionamento de grandes áreas comerciais, supermercados e lojas de conveniência e raptavam-nas. Sob ameaça, apoderavam-se dos cartões de crédito das vítimas e só as soltavam depois de lhes esvaziar os cartões.

As mais de cinquenta vítimas referiram que Wagner e a mulher se tratavam por «Bonnie and Clyde» em alusão ao famoso casal de assaltantes de banco e assassinos norte-americano.

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