Um ano depois de perder as pernas ao serviço do «New York Times» no Afeganistão, o fotojornalista de origem portuguesa João Silva concluiu domingo a Maratona de Nova Iorque em cadeira de rodas.
«Senti-me bem. Sou um corredor por natureza. Queria correr», disse o fotojornalista natural de Lisboa ao diário norte-americano após a corrida de 42 quilómetros, que fez com uma cadeira de rodas adaptada a bicicleta com pedais de mão.
Silva, que se notabilizou na África do Sul, pisou uma mina antipessoal a 23 de outubro de 2010, quando acompanhava uma patrulha norte-americana no Afeganistão, depois de os especialistas terem dado o terreno onde se encontrava como desminado.

