Três minutos, foi o tempo que durou a primeira audiência de Renato Seabra. O jovem entrou na sala algemado – nas mãos e nos pés – e sentou-se na cadeira dos réus, cabisbaixo.
O Grande Júri confirmou a acusação de homicídio em segundo grau, mantendo ainda a impossibilidade de sair sob fiança.
Questionado se se considerava culpado ou inocente, Renato Seabra apenas respondeu «inocente».
Acompanhado pelo advogado, David Touger, e por uma amiga da mãe – que não pode estar em Nova Iorque – o jovem modelo ficou a saber que irá permanecer detido até ser ouvido no dia 4 de março.


