A princesa saudita Meshael Alayban, de 42 anos, uma das seis mulheres de um neto do rei Abdallah, da Arábia Saudita, foi detida, na Califórnia, sob a acusação de escravatura.
A princesa é acusada de ter escravizado uma mãe de família queniana, obrigando-a a trabalhar dezasseis horas por dia, sete dias por semana sem descanso, em troca de um salário mensal de 220 dólares (168 euros) no seu palácio saudita e numa residência em Irvine, no condado de Orange, no sudeste de Los Angeles.
Alayban foi detida em Irvine e poderá sair da prisão sob fiança de cinco milhões de dólares e uso obrigatório de sistema de geolocalização, não podendo sair do condado sem autorização, informou o procurador de Orange, através de comunicado.
A empregada queniana, a quem tinha sido prometido um salário de 1.600 dólares por mês por cinco dias de trabalho semanal, começou mo palácio da princesa em março.
A princesa foi ainda acusada de retirar o passaporte à vítima e de a ter impedido a regressar ao seu país.

