Um dos preservativos que constituem prova contra Julian Assange no caso de abuso sexual não contém o seu ADN.
De acordo com o «Daily Mail», os advogados de Assange divulgaram não terem encontrado ADN no método contracetivo que consta como peça-chave da acusação.
O preservativo foi facultado por uma das mulheres que acusam o fundador do WikiLeaks de violação.
Após ter sido examinado em laboratórios forenses, o preservativo rasgado, fornecido pela vítima, não acusou nenhum vestígio de ADN do jornalista.
O ADN de Assange foi, no entanto, encontrado num outro preservativo, usado igualmente como prova, mas por uma segunda vítima.
A primeira vítima, de 33 anos, acusa Assange de a ter agredido sexualmente em duas ocasiões, no seu apartamento em Estocolmo. A mulher alega que o fundador da WikiLeaks a forçou a ter relações sexuais sem proteção e que rompeu propositadamente um preservativo.
Já uma segunda vítima acusa Assange de a ter violado enquanto dormia.


