Tubo de ensaio partido, experiência inquinada de desassossego, desconcentração e passividade. Se o jogo contra o Equador servia para a reabilitação dos níveis de confiança, a reintrodução de alguns princípio perdidos no pós-Euro e a aposta em planos alternativos, então a conclusão só pode ser uma: falhanço em toda a linha.
Os pecados vistos e revistos diante da Rússia e da Irlanda do Norte não foram expiados com a mudança de ano civil. Erros primários na defesa e dificuldades óbvias na área adversária. Problemas que se acentuam com a pobreza dos resultados recentes.
Foi tudo mau? Não, nem tudo. A Seleção Nacional teve, pelo menos, a boa notícia de contar com um Cristiano Ronaldo de muito bom nível. Fez o primeiro golo de Portugal, num movimento genial, entregou-se ao jogo, defendeu, deu o máximo. (…)


