Na Primavera, sinónimo de renovação, gostamos de dar uma nova vida às nossas casas. E uma das coisas que mais nos aborrecem é encontrar manchas de mofo nas paredes e superfícies.
Mofos, também chamados bolores, são espécies de fungos que se desenvolvem na matéria orgânica e a decompõem. Dado que podem causar doenças respiratórias é necessário combatê-los nos ambientes internos, o que não é fácil, pois quando os podemos visualizar nas superfícies é porque já se reproduziram (por esporos invisíveis a olho nu) aos milhares.
Nessa altura deixam-se ver, em manchas esbranquiçadas, esverdeadas, azuladas, mais ou menos escuras¿ Ou sejam, denunciam a sua presença pela cor e, pior, pelo cheiro!
Adeptos da humidade e calor, instalam-se geralmente nas nossas casas de banho, cozinhas e sistemas de climatização, bem como em redutos mais escuros e pouco arejados, como armários, roupas, gavetas, etc.
Podemos ficar doentes devido ao mofo, dizem especialistas, a exemplo da Dra. Cristiane Minussi, PHD em
fungos pela Universidade de Harvard e diretora da divisão de biologia da Airfree.
É que ao contrário do que se imagina, mofo não são «apenas» fungos que desfeiam as paredes e têm um odor desagradável. Além do seu aspecto e cheiro que se faz sentir em certas divisões da casa e armários, os efeitos nocivos para a saúde são tantos que as doenças fúngicas estão consideradas de alto risco, com a atribuição de taxas de mortalidade bastante elevadas.
O alerta está a ser dado a nível mundial, na sequência de estudos que comprovam o grau de perigosidade do mofo para a saúde, nomeadamente crises de Asma, Alergias respiratórias, Infecções, Efeitos tóxicos e mesmo depressões.
Prevenção. Determinação. Limpeza:
– Ajude a reduzir a humidade da sua casa abrindo as janelas durante cerca de 30 minutos diários;
– Evite a entrada da água da chuva e conserte possíveis infiltrações e roturas, se possível num perído de 24 a 48 horas.;
– Faça a manutenção do sistema de ar condicionado com frequência;
– Realize a limpeza periódica de locais que acumulam humidade, tais como chuveiros, torneiras e pisos molhados;
– Evite carpetes e plantas no interior da residência;.
OS «TRUQUES» DA LIMPEZA:
– Utilize um pano ou esponja com a solução de 1 copo de cloro diluído num litro de água. Esfregue o local com essa solução e depois limpe-o novamente com água e detergente. Deixe secar.
Tome nota! Nunca misture produtos à base de cloro com produtos à base de amoníaco, pois o resultado dessa mistura é extremamente tóxico.
– Quando possível, após a limpeza deixe os objetos expostos ao sol. É importante que fiquem secos, pois se guardados húmidos estarão mais suscetíveis à contaminação. Materiais porosos como madeira, tecidos, almofadas e colchões têm facilidade em reter água e permitem que a contaminação se instale profundamente, tornando difícil a sua limpeza.
– Caso os objectos porosos tenham sido contaminados, o ideal é descartá-los.
Cuidados a ter em conta: Utilize luvas, máscaras, avental e mantenha o ambiente arejado durante a limpeza de locais contaminados por fungos.
Artigo da
Airfree – Produtos Eletrónicos, Lda.


