Quando o trabalho aperta, todos os momentos são bons para mudar de ares e relaxar. É o que acontece com Paulo Pires, neste momento a gravar a telenovela «Anjo Meu», e com Astrid Werdnig.
O ator, de 44 anos, e a manequim e terapeuta familiar, de 39, são pais de Chloë, de 6 anos, que não os acompanhou neste fim de semana em Amarante, até onde se deslocaram a convite da sexta edição da Feira dos Doces Conventuais.
«Este ano, as férias de verão vão ser adiadas lá para o fim do ano, portanto a ideia é ir fazendo fins de semana fora
de Lisboa sempre que possível. E já há algum tempo que
tinha curiosidade em conhecer Amarante, nunca tinha vindo cá», confessou Paulo Pires.
O casal adorou provar as diversas iguarias em exposição.
«Eu sou bastante guloso, aliás acho que os dois somos gulosos», revelou o ator. «Agora, obviamente que é algo que deve ser consumido com conta, peso e medida. A doçaria conventual é muito atrativa, não só à vista mas também ao paladar, mas é muito ovo e muito açúcar. Portanto, sabe bem provar, mas é preciso depois ir até ao rio remar um bocadinho…», disse.
Quanto a planos para dar um irmão a Chloë, o casal mostrou-
se reservado.
«A partir do momento em que um homem e uma mulher estão juntos, pode acontecer. Tanto em Amarante como em Lisboa», disse Paulo.
«Nós nunca planeámos», disse Astrid. «Não somos muito de
projetos a longo prazo, mas vamos pensando nisso, sim»,
acrescentou o ator.
A propósito da idade de Chloë, que já faz 7 anos em junho, gracejou: «Uma criança, quando tem quatro anos de diferença, ainda brinca muito com o bebé. A vantagem de
uma criança um bocadinho mais velha é que toma conta
dele, também.»
Além de se divertir com os figurinos dos anos 80 que veste na telenovela «Anjo Meu», Paulo Pires foi recentemente a Barcelona participar no telefi lme espanhol «La Baronesa», no qual interpretou o papel do galã norte-americano Lex Barker (1919-1973).
Curiosamente, Paulo nunca tinha ouvido falar no ator, mas Astrid conhecia-o muito bem, já que era o protagonista da popular série televisiva alemã «Winnetou», à qual assistia na sua infância.


