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Orquestra Chinesa de Macau e Carlos do Carmo unem Fado e Oriente

A Orquestra Chinesa de Macau atua sexta-feira na Capital Europeia da Cultura Guimarães 2012, com Carlos do Carmo, num concerto de «união» da tradição do Fado aos sons do Oriente, para «elevar a memória» de Portugal no Mundo.

O concerto da orquestra macaense está inserido no ciclo de «Orquestras Convidadas» da programação da área de Música de Guimarães 2012.

Em entrevista à agência Lusa, o programador Rui Massena explicou que a vinda da Orquestra de Macau a Portugal pretende trazer «exotismo» e «sons diferentes» a Guimarães.

«A presença desta orquestra em Guimarães e na Capital Europeia da Cultura aparece de uma forma natural, porque Macau e Portugal partilham raízes, e ainda se sente uma ligação forte entre os dois territórios», explicou o maestro.

Rui Massena afirmou que, «mais do que um concerto», a atuação da Orquestra Chinesa de Macau «será um momento para elevar a memória de Portugal no mundo».

O fadista Carlos do Carmo vai acompanhar a orquestra, «numa união da sonoridade tão portuguesa que é o Fado e dos sons do Oriente que, embora distantes, estão presentes na nossa memória».

Com a voz de Carlos do Carmo, serão interpretadas obras de compositores portugueses como José Luís Tinoco, o autor de «No teu poema» e «Um homem na cidade», Paulo de Carvalho e António Victorino d’ Almeida, pelos 34 músicos que compõem a orquestra.

«A marca de Portugal no Mundo vai fazer-se ouvir em cada nota, em cada frase, em cada música interpretada», afirmou o maestro Rui Massena, que dirigirá a orquestra.

O concerto terá lugar no Centro Cultural Vila Flor, sexta-feira, às 22:00.

Depois de Guimarães, a Orquestra Chinesa de Macau vai atuar em Coimbra, no Festival das Artes, no sábado, e em Lisboa, no encerramento do Festival ao Largo, no domingo.

Em Coimbra, a orquestra atua no sábado à noite, no Anfiteatro da Colina de Camões da Quinta das Lágrimas, onde apresenta o programa «Viagem pelo Oriente», com peças de Rão Kyao, António Mourão e Raul Ferrão, que se cruzam com obras e arranjos de Wong Kin Wai, Kuan Nai Chung e Li Binyang, de quem estreia, na Europa, «Capricho de Macau».

Em Lisboa, no fecho do Festival ao Largo, no dia 29, domingo, o programa integra a noite das «Músicas do Mundo», com o maestro Pang Ka Pang e os solistas Dong Lizhi Erhu, Lin Jie Zhongruan, Li Feng Banhu e Jiang Ning Dizi.

A Orquestra Chinesa de Macau congrega dois conjuntos instrumentais – a orquestra chinesa e a orquestra de Macau: a primeira foi criada em 1987 pelo Instituto Cultural de Macau; a Orquestra de Macau foi fundada em 1983, na Academia de Música S. Pio X, e é uma orquestra profissional dependente do Instituto Cultural.

Lusa

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