A Assembleia-Geral das Nações Unidas aprovou na tarde de segunda-feira, madrugada de terça-feira em Portugal, pela primeira vez uma resolução que condena a mutilação genital feminina e pede aos Estados membros penas e ação educativa para travar a prática.
O texto insta os Estados membros da ONU para que tomem todas medidas, incluindo leis que proíbam expressamente esta prática com o objetivo de proteger mulheres e crianças de «qualquer forma de violência» e por fim à impunidade.
A Assembleia-Geral pediu também um esforço às autoridades, serviços médicos e líderes religiosos e comunitários para que redobrem esforços de forma a aumentar a consciencialização e combater atitudes dos que defendem a ablação do clítoris feminino.
LUSA


