Os Investigadores da Universidade de São Paulo desenvolveram um iogurte que previne doenças coronárias, cancro do intestino e cólon, além de diminuir os níveis do chamado mau colesterol (LDL), prisão de ventre e intolerância à lactose, avança o Diário da Saúde, citado pelo Portal de Oncologia Português.
Segundo a mesma fonte, a bebida previne estas doenças porque agrega, além de bactérias típicas dos iogurtes, três microrganismos que fazem bem à saúde. O novo iogurte tem textura e sabor parecidos com o do iogurte comum, feito com leite desnatado – é light e fonte de fibras -, necessita dos mesmos cuidados de armazenagem e é 30% mais caro.
O alimento possui três bactérias probióticas além das comuns a todos iogurtes. Quando chegam ao intestino, eliminam os microrganismos indesejáveis que lá habitam. No entanto, para fazer efeito é necessário que todas as bactérias cheguem vivas ao intestino, e numa concentração de 10 a 100 milhões de colónias de organismos por mililitro (ml) de produto.
O cientista responsável pelo projecto concluiu que a melhor solução era adicionar ao iogurte um açúcar chamado inulina, fonte de alimento para as bactérias e impede que algumas «morram de fome».
Outras soluções foram colocar na bebida quantidades maiores dos microrganismos mais frágeis e envolvê-los com uma goma que os impedia de serem danificados pelo metabolismo dos outros.
Falta apenas o novo iogurte começar a ser fabricado em escala industrial, mas este ainda não foi patenteado.


