Nigel Lythgoe, produtor de “American Idol” nega as acusações de agressão sexual feitas por Paula Abdul. Em documentos judiciais apresentados a 15 de outubro e obtidos pela People, o produtor de 75 anos classificou as alegações de Abdul como “mentiras terríveis.” A reação de Lythgoe surge após a cantora, de 62 anos, ter acrescentado á sua primeira queixa novos detalhes sobre os supostos incidentes, incluindo a alegação de que também foi agredida por Lythgoe no mesmo incidente em que a sua assistente foi agredida em abril de 2015. Na sua ação judicial inicial, Abdul afirmava que apenas a sua assistente tinha sido agredida no incidente de abril de 2015. Abdul alega agora que, na sua queixa original, acusou Lythgoe de a ter agredido numa “data não identificada durante ‘uma das temporadas iniciais de American Idol’ (no início dos anos 2000) e novamente por volta da altura em que [ela] estava a trabalhar em So You Think You Can Dance (no período de 2015/2016), e que presenciou a sua assistente supostamente ser agredida por Lythgoe em abril de 2015.” Lythgoe argumenta que Abdul foi “vaga tanto quanto ao momento da alegada agressão como aos detalhes do suposto incidente” e que isso não poderia “servir de base para nenhuma das suas acusações contra Lythgoe.” Nigel Lythgoe juntou documentos que tentam provar que Abdul expressou os seus sentimentos positivos em relação à sua pessoa. Os documentos incluem supostos emails privados, mensagens de texto e publicações nas redes sociais que Abdul teria feito “durante e após o período em que agora alega que os abusos ocorreram” acrescentando “Abdul expressou o que realmente sentia sobre Lythgoe, seu amigo e colega, tanto durante os períodos em que trabalharam juntos como em períodos em que não estavam a trabalhar juntos.” O processo afirma: “É impensável que Abdul sequer tolerasse a proximidade física de Lythgoe, muito menos lhe enviasse mensagens afetuosas e piadas sexualmente provocativas, se as suas alegações fossem verdadeiras — o que, claramente, não são.”

