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Mónica Sintra condenada por difamar juiz

Mónica Sintra foi condenada pelo Tribunal de Loures por crime de difamação agravado com seis meses de prisão com pena suspensa durante um ano e ainda ao pagamento de uma indemnização cível de 12.500 euros, avança o Jornal de Notícias. Em causa está um crime de difamação, que remonta a junho de 2020, cometido contra o juiz Joaquim Manuel Silva, em 2020, altura em que Ana Loureiro, prostituta e defensora da legalização desta atividade em Portugal, afirmou que o magistrado recebia serviços sexuais enquanto ouvia os testemunhos de crianças e Mónica Sintra, que tinha lidado com o magistrado num processo de regulação de poder paternal para obter a guarda do seu filho, publicou no Facebook: “Ele é bem conhecido pela porcaria que fez no tribunal de Sintra, obrigou-me a trocar de advogado no meu processo de custódia do Duarte. Enviou uma acta que não correspondia ao que tinha sido dito na audiência, manifestou desagrado e preconceito pela a profissão que eu tenho, disse barbaridades as quais ouvi e calei, e da única vez que não me calei abriu um processo contra mim (…) Incrível as voltas que a vida dá! Alegadamente… convém, senão ainda tenho um novo processo. Este senhor (envolvido no escândalo) está a ser acusado de ter sexo oral enquanto ouvia depoimentos de crianças. Se a mim me espanta? Claro que não”, escreveu ainda a cantora, contra quem o juiz Joaquim Manuel Silva apresentou queixa após ter sido qualificado como um ser “humano desprezível”. Mónica Sintra também foi condenada a publicar a decisão do tribunal na sua página de Facebook e em algumas revistas. A cantora poderá ainda recorrer.

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