A ministra da cultura da Suécia, Lena Adelsohn Liljeroth, está no centro d euma polémica causada num evento de angariação de fundos a propósito do Dia Mundial da Arte.
Coube à ministra a «honra» de cortar um bolo com a forma de uma mulher negra tribal, muito peculiar. A cabeça pertencia a um ator que girava e gritava de dor enquanto a ministra cortava a genitália, numa alusão à mutilação dos geniatis femininos, prática que continua a existir em muitos países africanos. Segundos depois as fotos disseminavam-se pelas redes sociais com críticas de racismo e xenofobia.
Na sequência deste episódio, a ministra recebeu diversos pedidos para que renunciasse ao cargo.
«A participação de Lena insulta quem sofre com racismo e agride as vítimas de mutilação genital», declarou a Associação Nacional Afro-Sueca.


