Michael Jackson era um provável «viciado em analgésicos» derivados do ópio receitados pelo dermatologista que o tratava com botox, nos meses anteriores à sua morte, afirmou esta quinta-feira um especialista em drogas em mais uma audiência do julgamento do médico Conrad Murray.
Um dos sintomas da abstinência da droga, denominada Demerol, é a insónia, um problema que Jackson enfrentava quando faleceu a 25 de junho de 2009, esclareceu o médico Robert walman, no tribunal Superior de Los Angeles.
Segundo a agência AFP Waldman foi apresentado pela defesa do cardiologista Conrad Murray, acusado de homicídio de Jackson devido a uma overdose de medicamentos.
Jackson «era viciado em Demerol», disse o especialista, quando o advogado de defesa Ed Chernoff mostrou em tribunal cerca de trinta registos médicos que atestavam as altas doses desta droga que Jackson tomou antes de morrer.


