Em comunicado enviado à agência Lusa, os pais da menina inglesa Madeleine McCann, desaparecida em 2007 no Algarve, defendem que a injunção, que começa a ser julgada de 12 a 14 de Janeiro, na 7.ª Vara do Tribunal Cível de Lisboa, é «apenas resultado da ponderação livre das regras democráticas e de direitos fundamentais» a que, ressalvam, estão sujeitos o casal e o autor do livro.
«A decisão cautelar de apreensão do livro tem já duas chancelas judiciais e pode e deve ser divulgada, por interessar a todos os cidadãos que, em nome da liberdade de expressão, correm o risco de vir a ser publicamente acusados para a vida, depois de terem sido inocentados pelos tribunais», referem Kate e Gerry McCann.


