O mordomo de Diana disse esta segunda-feira em tribunal que escutou uma conversa entre Lady Di e a sua mãe, na qual Frances Shand Kydd insultou a princesa, «chamando-a de “prostituta” por andar sempre junta com “homens muçulmanos” e disse muitas outras coisas desagradáveis». Paul Burrel admitiu também que foi este tipo de conversas que levou Diana a deixar de falar com a mãe.
Burrel foi mordomo de Diana e um dos homens mais próximos da princesa durante muitos anos. Esta segunda-feira, durante o julgamento sobre as circunstâncias da morte de Diana e do seu namorado Dodi Al Fayed, no trágico acidente ocorrido em Paris no Verão de 1997, Burrel fez várias declarações surpreendentes.
«Dodi não era o único homem na sua vida», disse Burrel, que também acredita que o anel que Dodi planeava oferecer a Diana na noite da sua morte era uma prova de amizade, não um pedido de casamento.
O confidente de Diana assegurou que os últimos meses da princesa ao lado de Dodi foram «muito emocionantes», mas disse que o casal não pertendia anunciar o seu compromisso.
«Era uma relação do tipo que só dura um mês. Eu sei porque eu estava lá, eu via», disse Burrel. «Com Dodi, ela simplesmente encontrou alguém amável, generoso e que lhe cedia a todos os caprichos. A princesa disfrutava de tudo isso».
Hasnat Khan, que é apontado pelos amigos da princesa como o «verdadeiro amor da vida de Diana», quebrou este domingo o silêncio depois de 11 anos e falou sobre o seu relacionamento com a Lady Di ao
Sunday Telegraph. O cirurgião disse que ainda tem pesadelos com a sua morte.
Khan manteve uma relação com Diana desde 1995 até poucos meses antes da sua morte.


