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Luís Mira Amaral afirma que a mulher é bipolar: ‘Sofro muito com esta situação’

Luís Mira Amaral foi constituído arguido por suspeitas de violência doméstica após alegadamente agredir a mulher, Maria José, numa clínica em Lisboa, tendo sido identificado pela PSP e sujeito a termo de identidade e residência. O ex-ministro, de 80 anos, terá sido denunciado por funcionários da Clínica São João de Deus, em Lisboa, que alertaram as autoridades para a alegada agressão “à bofetada”, segundo o Correio da Manhã. Após a intervenção policial, o antigo governante foi ouvido e posteriormente libertado. Em declarações ao Correio da Manhã, Luís Mira Amaral negou ter agredido a mulher, admitindo apenas ter perdido o controlo emocional. “Exaltei-me porque estava muito nervoso, mas não lhe bati. Também estranhei chamarem a polícia. Fui libertado por ordem da procuradora do Ministério Público”, afirmou. Na terça-feira, 31 de março, no podcast “A Cor do Dinheiro”, de Camilo Lourenço, Luís Mira Amaral afirmou que a mulher sofre de bipolaridade. O antigo governante, de 80 anos, explicou na conversa que tem “aguentado esta situação há 30 e tal anos”, acrescentando: “Teria sido muito fácil para mim ter-me separado ou divorciado, mas a minha consciência moral não permitiu fazê-lo. Sofro muito com esta situação”, referindo-se ao estado de saúde da esposa, que descreveu como uma doença “extremamente difícil de conviver”. Na mesma entrevista, o ex-ministro de Cavaco Silva, que fundou o banco BIC em Portugal, relatou o que aconteceu no dia 21 de março na clínica onde acompanhava a mulher para a realização de um exame. Segundo disse, terá ficado nervoso quando lhe foi pedida uma prescrição médica inexistente, admitindo: “Excedi-me. Virei-me para ela, levantei o braço, pus-lhe o braço no ombro, e perguntei em voz alta: ‘Então o que vamos fazer?’”. O antigo ministro acrescentou que o episódio foi presenciado por duas pessoas que terão chamado as autoridades, levando posteriormente à intervenção da polícia. “Quando dei por mim, estava calmamente sentado a ver o telemóvel e os emails e aparece a polícia, que me leva”, relatou, referindo que acabou por ser identificado e obrigado a prestar termo de identidade e residência.O antigo governante assegura ainda que a própria mulher desmentiu qualquer violência nas declarações que prestou à polícia.  

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