Julian Assange está disposto a entregar-se às autoridades suecas, que o acusam de crimes sexuais. Mas apenas sob a condição de não ser entregue aos EUA. Esta revelação foi feita pelo seu representante legal, o ex-juiz Baltasar Garzón.
As declarações do espanhol foram proferidas à porta da embaixada do Equador, onde se encontra o fundador da Wikileaks, que se refugiu no local, e a quem o governo equatoriano concedeu asilo.
Garzón salientou que o seu cliente lhe deu indicações para recorrer a todas as tramitações legais para que seja assegurada a sua não extradição para os EUA, caso aceite ir para a Suécia.
«Será uma estratégia que poremos em marcha nos próximos dias», disse.
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