Jorge Gabriel chora a morte do pai. Albano Fialho morreu aos 96 anos, no dia 19 de janeiro, após ter contraído a Covid-19. O apresentador da RTP deixou-lhe uma sentida homenagem nas redes sociais lembrando o homem “íntegro, idóneo, zelador incansável do erário público, e eterno estudioso”. O meu pai, o Senhor Albano Fialho partiu. A Covid desgastou o que os 96 anos ainda lhe permitiam. Integro, idóneo, zelador incansável do erário público, e eterno estudioso, deixa-nos um legado jubiloso. Será sempre meu guia, a minha voz da consciência que me admirava como qualquer outro pai. Mas este era o meu. Aquele que não suportava que tirasse uma folga, que não faltasse aos meus deveres profissionais, e que respeitasse os outros como gostaria que me respeitassem. De momento agradeco-lhe tanta sabedoria. Agradeço ao lar de Santo António de Alfragide pelo quanto cuidaram, pelo quanto o amaram. Ao hospital Amadora/Sintra pelo quanto fizeram e se esforçaram por um cidadão de tanta idade. A melhor homenagem que lhe posso prestar é amanhã não faltar. É cuidar de falar bem português, como era seu ponto de honra, e apresentar a Praça até poder cumprir os serviços fúnebres permitidos em tempos de Pandemia. Obrigado pai. Vai lá ter com a mãe.

