João Soares assinalou um ano sobre a morte de Maria João Abreu, que morreu no dia 13 de maio, aos 57 anos, na sequência de um aneurisma. “Um ano… Não é muito nem é pouco. É um ano. 12 meses. 52 semanas. 365 dias. Uma medida. Ou várias medidas. Nem sei… De dor. De tristeza. De solidão. De desespero. De andar à deriva. De revolta. De raiva. E de outras tantas coisas… Mas também de aprendizagem. De família. De amigos. De amizades. De companheirismo. De música. De teatro. De arte. De abraços… tantos, mas tantos abraços. E de beijos. De amor. E de outras coisas, muitas também… De vida sem ti, mas cheia com o amor que em nós largaste, para que em outros, o possamos largar também. O teu legado, resumido nas tuas palavras: “Amem-se. Vivam o agora em pleno. E amanhã logo se vê.” E assim, serás sempre e para sempre. Eterna.”

