João Rendeiro, dois administradores e dois ex-quadros foram condenados pelos crimes de falsidade informática e falsificação de documento para manterem os seus cargos no BPP. O coletivo de juízes decidiu-se pela pena de cinco de prisão com pena suspensa para João Rendeiro, que vai ser obrigado ainda a pagar 400 mil euros a uma IPSS, a Associação “Crescer”. Guichard foi condenado a uma pena de quatro anos e três meses suspensa, se pagar 25 mil euros ao Centro de Apoio Social dos Anjos. Vital foi condenado a três anos e meio suspensos sob pagamento de 15 mil euros à Cais Lisboa. Fernando Lima foi considerado culpado e condenado a uma multa de 5400 euros. Paulo Lopes foi condenado a um ano e nove meses suspensos.

