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Inês Herédia: confiante após cirurgia

Inês Herédia, de 34 anos, mostrou orgulhosa o resultado final depois de submetida à colocação de próteses mamárias explicando: “Há muito tempo que queria fazer a cirurgia porque isto de ter amamentado uma equipa de futebol, meus caros, não é para quem quer, é para quem tem, e eu tinha uma verdadeira leitaria a acontecer aqui. 4 mastites depois, quando fui obrigada a secar o leite, e como emagreci muito rápido, a pele não teve tempo de acompanhar”. “E agora sobre a situação de eu ter reposto as minhas maminhas no andar a que pertencem (o andar de cima): Há muito tempo que queria fazer a cirurgia porque isto de ter amamentado uma equipa de futebol, meus caros, não é para quem quer, é para quem tem, e eu tinha uma verdadeira leitaria a acontecer aqui. 4 mastites depois, quando fui obrigada a secar o leite, e como emagreci muito rápido, a pele não teve tempo de acompanhar. Mas tinha pânico da cirurgia, gosto das coisas ao natural (como o atum por exemplo) e tinha medo que isto de repente ficasse tipo Photoshop. Sou atriz, quero ter o meu corpo e cara o mais naturais possível. Depois tinha medo da recuperação, diziam-me que doía horrores. E por último, fiz uma personagem durante 3 anos cuja maior obsessão era ter um par novo. Recebi todo o tipo de ofertas de clínicas mas não quis misturar as coisas e deixei a ideia de lado até que a Nelinha fosse à vida dela. Mas no processo escolhi a  por três razões: era a única cujos relatos diziam sempre que não havia qualquer tipo de dor; que a recuperação era rápida e por último, que percebia exatamente o que cada paciente queria. E assim foi. Fiz uma 1.ª consulta c a Dra Luísa em que vi uma simulação de como ficaria. Percebi que não tinha tecido mamário suficiente para puxar nada para cima e por isso tive de pôr umas próteses (o mínimo olímpico para ficar do tamanho que tinha antes) e percebi exatamente como iam ficar as cicatrizes. Fiz os exames todos na mesma semana e passados 6 dias estava no bloco. E agora a parte mais difícil de acreditar. Não tive uma dor. Mas uma dor. A clínica tem um “protocolo de recuperação rápida” brutal. Não tive dores… E não tomei nem 1/3 da medicação. No dia a seguir já levantava os braços, 2 dias a seguir fui a ensaios, e ao fim de uma semana estava a guiar e a apanhar os miúdos na escola. O acompanhamento é incrível, há sempre uma enfermeira ou uma fisioterapeuta ou uma auxiliar ou a própria da Dra. Luísa do outro lado do telefone. Ainda só passou um mês e ainda vão baixar bastante mas já estou super feliz. Nunca mais me apanham de sutiã filhas, que eu gosto de abrir bem o pulmão quando respiro. “

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