Iñaki Urgandarin mostrou-se contra a fiança de 8,1 milhões de euros exigida pela Fiscalía. Segundo o seu advogado, Mario Pascual Vives, que apresentou por escrito as alegações em que se opõe à fiança, os contratos do Instituto Nóos eram corretos e por isso o seu cliente não cometeu nenhum crime.
Em declarações à imprensa, o advogado defende que a contratação efetuada pelo Instituto Nóos foi totalmente correta e que o seu cliente apenas ocupava uma mera «função representativa».
Pascual Vives acrescentou ainda que atualmente as relações entre Urdangarin e o seu ex-sócio Diego Torres são «inexistentes».


