foi homenageada na cerimónoia dos Globo de Ouro 2017 com o prémio Cecil B. DeMille, pela sua carreira. Num discurso emocionado, a atriz de 67 anos, que pediu “desculpa” por estar sem voz e e confessou ter perdido a cabeça algures este ano (numa alusão à eleição de Trump), parafraseaou Hugh Laurie lembrando que ali se encontravam os segmentos mais vilanizados atualmente na sociedade americana: Hollywood, estrangeiros e a imprensa (media). A atriz citou o seu exemplo e o de vários colegas nascidos no Estados Unidos e noutros países. “Amy Adams nasceu em Vicenza, Itália. Natálie Portman nasceu em Jerusalem [em Israel]. Onde estão as suas certidões de nascimento?”, perguntou, recordando os pedidos de Trump para ver os documentos de Barack Obama. “Hollywood está cheia de forasteiros e estrangeiros e, se os deportássemos, não teriam nada para ver além de futebol e MMA e isso não são as artes” No final do discurso, evocou “Como a minha amiga, a querida princesa Leia, me disse uma vez: Agarre no seu coração partido, e faça dele arte.”


