Um ano depois, os noruegueses recordam os massacres de Oslo e de Utoya, perpetrados pelo extremista de direita Andres Behring Breivik e que causaram 77 mortos.
O país tem aproveitado a ocasião para sublinhar a tolerância e os valores democráticos que pretende preservar, celebrações a que a família real se junta.
Para assinalar o massacre estão previstas cerimónias religiosas em diversas cidades do país escandinavo, além da deposição de coroas de flores nos locais dos dois atentados e um concerto nas proximidades da câmara municipal de Oslo.
O primeiro-ministro norueguês, Jens Stoltenberg, participa num serviço religioso na catedral de Olso, acompanhado pela família real, e deverá proferir um discurso perante a juventude do Partido Trabalhista na ilha de Utoeya, local do massacre.

