Os argentinos voltaram às ruas para exigir que se clarifique a morte do Procurador Alberto Nisman, no último capítulo de uma tragédia que começou há 20 anos com um dos atentados mais sangrentos da história do país.
Os relatórios preliminares da autópsia, que confirmaram que Nisman deu um tiro na cabeça com uma pistola de calibre 22 encontrada junto ao seu corpo, na sua casa em Buenos Aires, não são suficientes para afastar as dúvidas que rodeiam a sua morte.
A procuradora encarregue do caso, Viviana Fein, já afirmou que será investigado se a morte de Nisman, que denunciou a Presidente Cristina Fernández por alegado encobrimento do Irão num atentado contra um centro judaico, se deveu a um «suicídio induzido».
Lusa


