Pela terceira vez em Portugal, Anderson Bizzocchi, Daniel Nascimento e Elidio Sanna, ou os Barbixas, esgotaram a sala do Tivoli BBVA no dia de estreia e voltaram a repetir o feito nas restantes salas por onde passaram. O espetáculo, totalmente de improviso, segue o tema sugerido pela plateia e leva os atores a improvisar cenas, sem nenhuma preparação prévia. Além das colaborações da plateia, “Improvável”, conta com atores convidados e, desta vez, coube a César Mourão acompanhar os Barbixas. Heitor Lourenço, que não perdeu a estreia, afirmou: “Adorei o espetáculo, achei muito divertido. É muito engraçado quando se vê esta dinâmica entre o palco e a plateia e é também muito engraçado ver a química entre os intervenientes do espetáculo, sendo que dois eram portugueses, o Nilton como mestre de cerimónia, que é um trabalho muito difícil, e o César Mourão ali, mano a mano, com os brasileiros. É muito engraçado ver aquele golpe de cintura, é como se estivéssemos a assistir a um jogo transformado em entretenimento. Diverti-me muito.” Sissi Prata, que assistiu ao espetáculo com o filho, Martim, também se divertiu muito. “Já sigo o trabalho dos Barbixas há cerca de três anos e acho-os geniais. Adoro humor de improviso, porque, pela sua dinâmica tão própria, requer uma sagacidade e uma rapidez de raciocínio que me fascinam, ao mesmo tempo que me divertem. A colaboração do César Mourão foi realmente a cereja no topo do bolo. Foi um espetáculo fabuloso, rimos perdidamente do início ao fim. Em suma, foi uma noite perfeita e inesquecível.” O mesmo sentiu Sónia Brazão, que também já conhecia o trabalho do grupo. “Conheci os Barbixas num espetáculo em São Paulo, há mais de 5 anos, e sigo-os desde então. Uso muitos dos jogos deles nas aulas de representação, pois desinibem e fazem os alunos ficar mais à vontade, estimulando a criatividade. O que mais gosto neste grupo, é a forma despretensiosa, mas sempre criativa e divertida como se têm apresentado ao longo dos anos. Dei muitas gargalhadas. O César Mourão esteve muito bem, diria até excecional, honrando com louvor o improviso português.”

