A 11ª edição da «Grande Gala do Fado – Carlos Zel» esgotou o Salão Preto e Prata do Casino Estoril, homenageando um dos nomes mais carismáticos da história da «canção nacional».
Vários famosos marcaram presença no Casino Estoril para assistir ao espectáculo que se prolongou por duas horas.
Num cenário intimista, António Vitorino d`Almeida apresentou um espectáculo memorável, sublinhando «a importância do fado, que define, em muitos aspectos, a própria cultura portuguesa».
Com uma evoluída componente multimédia, o espetáculo iniciou-se com a reprodução de um pequeno filme sobre Carlos Zel, relembrando a sua figura ímpar no universo do Fado.
Na 11ª edição da «Grande Gala do Fado», Carminho, Cristina Branco, Camané, Beatriz da Conceição e Carlos do Carmo, foram a expressão de três gerações de fadistas, secundados por José Manuel Neto, na guitarra portuguesa, Carlos Manuel Proença, na viola, e Fernando Araújo, na viola baixo.
Composições como «Lágrimas do Céu», de Carminho, «Dá-me o Braço, Anda Daí», de Cristina Branco, «Sei De Um Rio», de Camané, «Deste-me um Beijo e Vivi», de Beatriz da Conceição ou «Lisboa Menina e Moça», de Carlos do Carmo constituíram alguns dos momentos altos de mais uma noite dedicada ao fado no Casino Estoril.
A tradição do fado regressou, assim, ao Salão Preto e Prata, que celebrou, de forma especial, o fado como modo de sentir bem português.
A «Grande Gala do Fado» evoca, todos os anos, desde 2002, o fadista Carlos Zel, precursor das «Quartas de Fado», evento que lançou no Casino Estoril.


