O advogado das famílias dos seis jovens que morreram há dois anos na praia do Meco, em Sesimbra, anunciou hoje que pretende avançar com seis ações de responsabilidade civil contra o sobrevivente da tragédia e a Universidade Lusófona.
“Vamos avançar com seis ações de responsabilidade civil – uma por cada um dos alunos que morreram – contra o João Gouveia e contra a universidade. Nessas ações, uma das diligências de prova essenciais, que vamos pedir, é a tomada de declarações de João Gouveia, enquanto réu no processo cível”, disse à Lusa Vítor Parente Ribeiro.
“Uma vez que não temos resposta da parte criminal, até final deste ano devemos avançar com a ação cível”, justificou o advogado, que aguarda pelo recurso interposto para o Tribunal da Relação de Évora (TRE) da decisão do Tribunal de Setúbal de arquivar o processo, após a fase de instrução.


