O ex-presidente e atual senador brasileiro Fernando Collor de Mello foi absolvido, na quinta-feira (24), dos crimes de peculato e corrupção passiva que pendiam sobre si desde 1992, quando um escândalo de corrupção o forçou a renunciar ao poder.
A absolvição no último processo existente contra o antigo chefe de Estado teve como fundamento a «falta de provas», segundo a relatora do processo Carmen Lucia Antunes, que foi apoiada pelos outros magistrados do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo a imprensa brasileira, Collor foi acusado pelo Ministério Público Federal pelos crimes de peculato, corrupção e também por «falsidade ideológica» na sequência de denúncias de que participou num esquema de corrupção, em 1991 e 1992.
Lusa


