Domingo, Janeiro 11, 2026
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«Eu não vou concorrer a um partido que não me grama, no qual, infelizmente eu estou lá dentro.»

Alberto João Jardim apoia a realização de um congresso do PSD «à porta fechada» antes das eleições no partido, está disposto a assinar a petição de Santana Lopes e aponta que o caminho para Portugal é a Aliança Democrática.

Em declarações à entrada da presidência do Governo Regional, Alberto João Jardim considerou, depois de o já ter manifestado em artigo de opinião no Jornal da Madeira e no Diabo, que a ideia de Pedro Santana Lopes «foi boa, visto que, neste momento, em vez de o PSD andar dividido em grupos, grupinhos e grupelhos, o que tem a fazer é sentar e conversar uns com os outros» mas, realça, «não em reuniões notáveis que esse é um conceito hoje difícil de apurar».

«Tem que haver um congresso, o congresso é o órgão máximo do partido onde estão os representantes das bases e os principais responsáveis pelo partido e tem que se conversar desde a matriz ideológica do partido até aos objectivos para o País e, depois de tudo esclarecido, fazer, então, as eleições, saber o que se vai fazer, saber o que se vai votar, saber os objectivos», defende.

Mas, o presidente do Governo Regional e do PSD-M ressalva que o Congresso «tem de ser à porta fechada, não tem que haver, neste momento da vida do PSD, espectáculos mediáticos, tem de haver uma coisa serena, em que ninguém está a exibir-se para o exterior».

Nestas condições, afiança: «Se for preciso eu assino, mas se é para fazer um congresso de porta aberta e um espectáculo mediático não contem comigo, não assino coisa nenhuma».

Alberto João Jardim ressalva, no entanto, estar «muito longe deste PSD, estou muito longe daquela gente que hoje levou o PSD a isto e daquela gente que constitui facções».

«O partido está numa deriva ideológica, não sabe bem o que quer, uns dias é oposição, outros dias faz acordos com o PS, é preciso voltar a Sá Carneiro, é preciso voltar à Aliança Democrática», sustenta.

A finalizar, Alberto João Jardim diz não ser candidato à presidência do PSD nacional: «eu tenho ganho todas as eleições na Madeira, já ganhei 43 eleições – e digo isto só para irritar os tipos que não me gramam-, mas não me vou candidatar a eleições num partido, a quem eu dei tantas vitórias, onde sinto hostilidade, não sinto hostilidade na população, sinto hostilidade é dentro do próprio partido».

Por isso conclui: «Eu não vou concorrer a um partido que não me grama, no qual, infelizmente, eu estou lá dentro».

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