«Alô, é a Paris Hilton?» Esta terá sido uma das perguntas que mais vezes surpreendeu a estudante americana, Shira Barlow.
Após um acidente com o seu velho telefone, a estudante americana adquiriu um número novo de telemóvel. O que Shira Barlow desconhecia é que a operadora de telecomunicações lhe tinha habilitado um número antigo de telemóvel. Nada mais, nada menos que o número antigo da socialite Paris Hilton.
As múltiplas chamadas, muitas delas recebidas de madrugada, e as diversas mensagens de texto inundaram o telefone da estudante. Pedidos para entradas em festas e a procura de informações sobre gente rica e famosa eram uma constante de quem falava do outro lado da linha. E não faltavam mensagem dos inimigos da socialite.
Bastante pior foi o período de reclusão de Paris Hilton na cadeia. O telemóvel transbordou com tantas e diversas chamadas telefónicas.
A operadora telefónica já reconheceu o erro mas, ainda assim, a estudante não está interessada em mudar novamente o número de telefone.
Entretanto a pivot do programa Morning Joe, do canal televisivo norte-americano MSNBC, Mika Brzezinski, que recusou ler a notícia sobre a libertação de Paris Hilton viu aumentar a sua popularidade.
Brzezinski tentou queimar ao vivo a folha onde estava escrita uma notícia sobre Paris Hilton. História que devia abrir o jornal. O gesto valeu-lhe a admiração da classe jornalística e ao mesmo tempo transformou a pivot num espécie de símbolo de sentimento de culpa de todos os profissionais da comunicação que acompanharam a história, em directo e com demasiado destaque.
A jornalista tem recebido centenas de mails de admiração pela coragem e já foi nomeada a «mulher da semana» por um website inglês.


