O telefonema que distraiu o maquinista do comboio que descarrilou na Galiza, causando a morte a 79 pessoas, foi feito pelo revisor da composição e não por um controlador da empresa ferroviária.
A informação foi agora revelada, após o maquinista ter omitido inicialmente este facto, aparentemente para proteger o colega.
Na quarta-feira (31), Francisco Garzón confessou tudo.
Segundo ele, o autor do telefonema foi o revisor do comboio, Antonio Marugán, que sofreu ferimentos ligeiros.
Até ontem, nem Garzón nem Marugán tinham revelado a existência desta conversa. Garzón nega, porém, que o telefonema tenha causado o acidente, garantindo que desligou segundos antes do comboio descarrilar.


