Dominique Strauss Kahn pede que o deixem em paz. O ex-diretor do FMI afirmou, em entrevista ao
Le Point, que «nunca foi condenado» e que isso mesmo faz com que a «caça ao homem» seja desnecessária.
«Eu não posso suportar que violem a minha vida privada e que espalhem aos quatro ventos notícias reais ou inventadas (…). Deixem-me em paz!», pediu.
No entanto, DSK assume que participou em festas sexuais com alguns colegas.
«A realidade é que os meus colegas organizaram festas e eu participei. Como havia prostitutas, eu sou acusado de ter uma rede de prostituição ao meu serviço, como um proxeneta – isto é artificial e absurdo! Eu disse e repito que não sabia que algumas dessas mulheres eram pagas para estar lá. Eles disseram-no em tribunal: eles foram instruídos a não me dizerem», revelou ainda.


