Aos 30 anos, a artista tem dois álbuns e participou duas vezes no Festival da Canção. O ano que agora terminou foi decisivo para perceber todos os desafios que envolvem a carreira que escolheu e que pode vingar neste meio O ano que passou trouxe a Cláudia Pascoal a certeza e a confiança necessárias para perceber que a música é a sua casa. Uma música que vai buscar a essência das suas raízes e de quem é: verdadeira e divertida. Com uma imagem que não deixa ninguém indiferente, a artista assume que gosta da mudança e da criatividade, que são muitas vezes sinónimo de cores intensas. A mesma cor intensa que usa para embrulhar a herança e a força tradicional das suas memórias transformadas nas canções que cria e que não são mais do que o seu reflexo: “Umas são para ser escutadas, umas são gritos de raiva ou amor e outras são só mesmo parvas (as minhas favoritas são estas).” Entrevista exclusiva na Lux, já nas bancas!

