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Dois meses depois da morte da mãe, João Baião revela como vive os seus ‘momentos menos bons’

Numa entrevista intimista à Lux, João Baião confessou que, se tivesse uma máquina do tempo não sabia se queria recuar ao passado ou visitar o futuro. Queria voltar atrás para aproveitar melhor certas coisas que viveu, mas também viajar ao futuro para estar preparado para o que vai acontecer. Este ano, dois meses depois de ter perdido a mãe, o Natal teve um sabor mais triste e nostálgico, mas o apresentador e ator sabe que “a vida tem de continuar” e, com a sua alegria genuína e contagiante, prepara-se para um ano intenso a fazer o que mais adora: teatro, televisão e até rádio. “Desde que deixei Lisboa e vivo na minha quintinha, passei a procurar algo que nunca tinha procurado na minha vida, que é o silêncio, o estar sozinho. Costumava estudar em frente à televisão, tinha sempre de ter barulho. Era incapaz de ficar em casa, tinha sempre de sair para estar com amigos ou convidar amigos para a minha casa, e agora não. Aprecio muito o silêncio e o estar sozinho, mas não por muito tempo, só umas doses, porque depois tenho de vir para a cidade, ter movimento e cor. Para além do campo, que é o melhor para carregar baterias, refugio-me muito no carro, porque adoro conduzir. Às vezes, quando estão aquelas noites maravilhosas paro e fico só ali, dentro do carro, e isso acalma-me e relaxa-me imenso”, revelou. O trabalho também ajuda a ultrapassar os momentos menos bons:  “Porque adoro o que faço. Gosto muito de comunicar com as pessoas. O teatro, por exemplo, é mágico. As pessoas chegam a levantar-se às quatro da manhã e a organizar excursões para nos virem ver, e isso é de ficarmos tão gratos… Depois também adoro televisão. Gosto de conviver, adoro comunicar e adoro o contacto cá fora, as pessoas são normalmente muito simpáticas comigo, tratam-me como se fosse da família e isso é o melhor prémio do nosso trabalho”. À Lux, o apresentador de 56 anos falou também sobre as amizades: “Tenho amigos mesmo verdadeiros. Encontrei muitos amigos que são, no fundo, o prolongamento da minha família. E como sou muito do abraço e do toque, tenho necessidade de estar com eles. Quase todos os fins de semana recebo amigos em casa. Ficamos naquela pasmaceira de não fazer nada ou vamos ao cinema. Os amigos são muito importantes para mim e fazem-me muita falta.” Entrevista exclusiva na edição 1025 da sua Lux! Já nas bancas! Saiba como assinar a revista Lux ou em formato digital:    

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