Chegado ao fim mais um grande desafio televisivo, o reality show “Primeira Companhia”, Maria Botelho Moniz sente-se com missão cumprida e envolta no grande carinho que tem recebido por parte do público. “Tocou as pessoas de uma forma diferente, porque acho que não esperavam que fosse tão envolto em camaradagem e energia positiva. Gostaram muito dos momentos de humor e dos nossos instrutores, que foram verdadeiras estrelas. Acarinharam muito esta ‘Primeira Companhia’”, diz a apresentadora em jeito de balanço. Além da recetividade popular, outro fator que toca no coração da anfitriã é o facto do programa ter uma temática militar, que vai ao encontro das suas próprias raízes familiares. “O meu pai estudou sempre no Colégio Militar e os meus tios também, o meu bisavô era major e o irmão dele era general, portanto há uma herança grande de militares”, revela. Apesar disso, teve muito que aprender: “Já conhecia o contexto, mas não estava muito familiarizada com os termos técnicos, portanto tive que fazer pesquisa nesse sentido e contei com a ajuda do comandante José Moutinho. Foi bom descobrir este mundo que é tão ligado à minha família.” Um mundo que obviamente também era novo para o filho de Maria Botelho Moniz, mas que rapidamente o conquistou, apesar de Vicente ter apenas 2 anos. “O meu filho acorda e diz ‘companhia!’ [risos] Faz continência e dá um pulinho. Foi apanhando estas pequenas coisas, às vezes marchava pela sala”, relata, divertida. Vicente é fruto da relação da apresentadora com o piloto Pedro Bianchi Prata, e poderá estar para breve a chegada de um irmão. Pelo menos é esse o desejo da mãe, que não coloca, no entanto, um prazo para tal vir a acontecer. Será que pode concretizar-se ainda em 2026? “Não sei… acho que vai depender do ritmo do trabalho. O desejo continua lá. O Vicente há de ter um irmão, se Deus quiser, não sei é quando.” Profissionalmente, ainda sem saber qual será o próximo projeto, a apresentadora mostra-se “completamente disponível para o que a TVI precisar”.


