O coletivo de juízes do processo Casa Pia começou às 10:48 a leitura do acórdão, indicando que vai referir apenas os factos principais.
A juíza presidente do coletivo, Ana Peres, questionou os advogados dos arguidos sobre a necessidade de ler os factos, e, esclarecendo que não disponibilizará já hoje o acórdão, as partes concordaram em ouvir apenas os factos principais dados como provados.
O juíz Lopes Barata advertiu que, se a leitura do acórdão englobar os factos, pode não terminar hoje, mas Ana Peres assegurou que o coletivo será «rápido».
Na sala, onde a última arguida a chegar, Gertrudes Nunes, entrou cerca das 10:35, estão também cinco jovens casapianos assistentes no processo, um deles entre o público, os outros sentados atrás dos seus advogados.
Entre o público, contam-se a ex-provedora da Casa Pia Catalina Pestana e o advogado casapiano Pedro Namora, além de familiares e amigos dos arguidos.
Na sala há uma câmara que transmite o decorrer da audiência, no entanto, limitada na captação de imagens dos assistentes e dos arguidos Carlos Silvino e Gertrudes Nunes.
Os três juízes do coletivo e o procurador do Ministério Público João Aibéo entraram na sala pelas 10:45.


