Quinta-feira, Janeiro 8, 2026
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Carrilho diz que todos assistiram a “longa série de patranhas”

O antigo ministro da Cultura Manuel Maria Carrilho disse na sexta-feira (13), à saída do julgamento em que está acusado de violência doméstica, que todos puderam assistir a “uma longa série de patranhas de Bárbara Guimarães”, sua ex-mulher e assistente no processo.

Na altura, Carrilho foi confrontado por um jornalista de que teria sido visto, já no final da audiência e no interior do tribunal, a fotografar, com o telemóvel, Bárbara Guimarães e um amigo da apresentadora, junto à casa de banho, tendo o antigo ministro acenado com a cabeça que não.

Também o advogado Paulo Sá e Cunha, advogado de Manuel Maria Carrilho, questionado sobre o assunto, disse desconhecer a história relatada pelo amigo de Bárbara Guimarães.

Quanto ao facto de, no início da sessão desta sexta-feira do julgamento, a juíza Joana Ferrer Andrade ter dito que autorizava gravações áudio e que, por ela, também admitiria gravação de imagens, embora os advogados tivessem de se pronunciar previamente, Paulo Sá e Cunha deu a entender aos jornalistas que se oporá a uma solução desse género.

O advogado não quis antecipar o que dirá, na próxima sessão, sobre a questão, mas, em termos gerais e abstractos, adiantou que, embora os julgamentos sejam públicos, há situações que podem levar a que se peça a “exclusão da publicidade” por estar em causa a vida privada das pessoas ou o depoimento de menores.

Bárbara Guimarães tem um filho menor (Diniz) que poderá ser chamado a depor em julgamento.

Manuel Maria Carrilho começou a ser julgado a 12 de fevereiro, em Lisboa, por alegada violência doméstica contra a sua ex-mulher Bárbara Guimarães.

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