O empresário Carlos Santos Silva vai manter-se em prisão domiciliária e com pulseira eletrónica, segundo decisão do Tribunal Central de Instrução Criminal hoje comunicada pela Procuradoria-Geral da República.
Detido no âmbito da chamada “Operação Marquês”, que envolve também o ex-primeiro ministro José Sócrates, Santos Silva esteve preso mas está em casa desde maio deste ano.
O Ministério Público foi hoje notificado da decisão judicial “de manutenção das medidas de coação aplicadas ao arguido Carlos Santos Silva”, diz a Procuradoria em comunicado.


