O presidente da Câmara das Caldas da Rainha, Fernando Tinta Ferreira, manifestou hoje grande consternação pelo falecimento do patriarca emérito José da Cruz Policarpo, considerado «um dos filhos mais ilustres» do concelho.
«Em nome da câmara manifesto a grande consternação que o concelho sente neste momento pelo falecimento de um dos seus filhos mais ilustres», afirmou à Lusa Fernando Tinta Ferreira, presidente da câmara das Caldas da Rainha, concelho de onde era natural José da Cruz Policarpo.
O patriarca emérito que morreu hoje em Lisboa, aos 78 anos, na sequência de um problema cardíaco, nasceu na freguesia de Alvorninha, no concelho das Caldas da Rainha e, sublinhou o autarca, «sempre fez questão de se manter muito ligado ao concelho e à freguesia», quer em termos institucionais quer particulares.
«Lamentamos profundamente o seu falecimento e registamos o bom exemplo que ele sempre deu enquanto filho da terra¿, afirmou o autarca salientando o facto de o cardeal ter atingido ¿o mais alto patamar dentro de uma instituição tão importante para o país como é a igreja católica».
O atual patriarca emérito de Lisboa morreu na sequência de uma operação a um aneurisma na aorta, num hospital de Lisboa, onde deu entrada depois de se ter sentido mal hoje de manhã, disse à agência Lusa a irmã mais nova de José Policarpo.
Maria do Céu Policarpo adiantou que o irmão deu entrada no hospital dos SAMS, do Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas, na sequência de um aneurisma, e que morreu na sala de operações.
O cardeal José da Cruz Policarpo tinha 78 anos e era atualmente patriarca emérito de Lisboa, depois de ter sido patriarca de Lisboa entre 1998 e 2013.
O assessor do patriarcado, padre Nuno Rosário Fernandes, adiantou que as exéquias vão realizar-se na Sé de Lisboa, na sexta-feira, às 16.00.
Lusa


