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Brad Pitt fala no seu novo papel de ‘Era Uma Vez em… Hollywood’

Brad Pitt regressa aos ecrãs na tão esperada nova obra de Quentin Tarantino ‘Era Uma Vez em… Hollywood’. O filme, que o realizador diz que é o mais parecido que já fez com o seu icónico “Pulp Fiction”, passa-se em  Los Angeles de 1969 e baseia-se  no homicídio de Sharon Tate (e de outras vítimas), às mãos do culto de Charles Manson. Nele, Brad Pitt é Clif Booth, um veterano de guerra que trabalha como duplo de uma estrela de cinema, Rick Dalton, personagem interpretada por Leonardo DiCaprio. O elenco de luxo integra ainda Kurt Russell, Al Pacino, Margot Robbie, Damien Lewis, Dakota Fanning e Lena Dunham. A propósito do filme, cuja estreia acontece já em agosto, Brad Pitt reapareceu publicamente no Festival de Cannes distanciando-se, em todos os aspetos, do escândalo (o ator foi acusado de maus tratos ao filho mais velho e comportamentos agressivos devido a problemas de alcoolismo) e do seu doloroso divórcio de Angelina Jolie – oficializado no passado mês de abril, ao fim de quase três anos’. De semblante descontraído e sereno,  o ator, de 55 anos, pisou a passadeira de Cannes, mostrando que continua a merecer o epíteto de um dos homens mais sexy deste século. Brad Pitt falou sobre o que o levou a apaixonar-se pelo guião de Tarantino, numa entrevista à Esquire: “Certamente o período é muito divertido. E Quentin Tarantino é o último provedor do ‘cool’. Se aterramos num dos seus filmes, sabemos que estamos em ótimas mãos. Quentin dá-nos estes discursos, que gostaríamos de os ter dito na viagem de carro para casa, que continuamos a pensar neles no dia seguinte. Nós conhecemos Quentin Tarantino como um autor que leva um filme numa direção original e singular. Mas eu achei este uma evolução – e uma fusão do que amamos em noss outros oito filmes”. A olhar para o princípio da sua carreira, Brad Pitt descreveu: “Eu sinto o mesmo. Foi sempre a qualidade que me interessou. No início é selvagem, e é solto, e é divertido – estamos a correr, a correr, a correr atrás do sonho. Vemos o que se abre e, certamente, experimentamos muitas portas que se fecham. Mas apenas refinamos o ofício. Sentimos o mesmo mas refinamos. ”

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