A disputa judicial entre Brad Pitt e Angelina Jolie continua a escalar, agora centrada na venda da parte de Jolie na propriedade vinícola Château Miraval, no sul de França. Pitt apresentou recentemente novos documentos em tribunal, exigindo o acesso a comunicações privadas que envolvem um empresário do grupo Stoli, a quem atribui conhecimento direto sobre a transação. Segundo o processo, Alexey Oliynik, funcionário do Stoli Group, tem recusado entregar documentação relevante e prestar depoimento, alegando estar isento dessas obrigações por residir na Suíça. Os advogados de Pitt afirmam que estas informações são cruciais para sustentar a alegação de que Jolie vendeu a sua parte da propriedade de forma maliciosa e contra um acordo prévio entre os dois — que estabelecia que nenhuma das partes poderia vender sem o consentimento da outra. A atriz vendeu, em 2021, a sua parte da vinícola à Tenute del Mondo, divisão de vinhos do grupo Stoli, decisão que gerou nova tensão entre os antigos cônjuges. Em resposta, Jolie moveu uma ação contra Pitt em 2022, acusando-o de levar a cabo uma campanha de vingança desde o pedido de divórcio, apresentado em 2016. Ambos mantêm-se discretos sobre o caso. No entanto, o processo recente reaviva questões antigas: o tribunal ordenou que Jolie apresentasse oito anos de acordos de confidencialidade, numa tentativa de confrontar o seu argumento contra a assinatura de um NDA exigido por Pitt — alegadamente para encobrir episódios de abuso durante um voo privado em 2016. Pitt nunca foi formalmente acusado e Jolie não avançou com queixa criminal na altura. O ex-casal, que tem seis filhos em comum (Maddox, Pax, Zahara, Shiloh, e os gémeos Vivienne e Knox), finalizou o divórcio apenas em dezembro passado, após anos de batalhas legais. Uma fonte próxima de Jolie declarou à imprensa que a atriz espera que Pitt “siga em frente” e encerre este capítulo. Já do lado de Pitt, fontes referem que a conduta de Jolie tem provocado “graves danos colaterais” à família.


